domingo, 30 de maio de 2010

uma visita ilustre






Neste domingo, tocou o interfone e era a Oxana, uma amizade que fiz via internet. Ela queria presentear o meu filho com uma singela escultura. Em gesso, com tons de azul, me apresentava os símbolos orientais om e uma flor de lótus. Oxana me explicou que o primeiro representa a criação e o segundo, a alma que se mantém íntegra.

O sobrenome desta senhora é Narozniak e ela já expôs no MASP. O fundador e responsável pelo mais importante museu brasileiro, Pietro Maria Bardi, inscreveu o nome de Oxana Narozniak em duas publicações: "Um Século de Escultura no Brasil" (pg. 147) e "História do Masp" (pg.165).

Hoje em dia, Oxana vive modestamente em Guapimirim e está batalhando para estabelecer lá seu ateliê.

Eu me sinto honrada com meu pequeno e belo presente pendurado na parede.

Obrigada Oxana, boa sorte nos seus projetos.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Reparem a lua...
Rafael Escovedo, via Twitter.

3D

Tirei daqui.

As cordas da capoeira

Autor: aluno Rogério / cantador: professor Bode / Florianópolis, SC

Desenhos

Elizabeth Teixeira, Rio de Janeiro, Brasil



Josh Cooley, Califórnia, EUA

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Caymmi nas bancas



A coleção "raízes do samba" deste domingo será dedicada a Dorival Caymmi. Dono de uma voz sensualmente verdadeira, que quase nina a gente e faz sonhar, o baiano de Copacabana não é facilmente encontrado no formato cd. Pois, por R$14 e uns centavos, a FSP apresenta um que vem com fotos e texto sobre o autor de "Acontece que eu sou baiano" na voz do próprio e de bambas como Tom e Carmem Miranda. Imperdível.

terça-feira, 25 de maio de 2010

capoeira também é coisa de mulher



fotos da capoeirista Onça

Neste último fim de semana aconteceu o primeiro encontro só para mulheres do grupo ABADA. O bacana é que a mulherada compareceu em grande número. E pensar que há poucas décadas as mulheres só podiam bater palmas durante as rodas. A capoeira foi criada pelos escravos brasileiros e durante muito tempo era coisa de maltas urbanas. Sua prática deixou de ser crime em 1939 e de lá prá cá tem se tornado um esporte popular no Brasil. Muito usada, inclusive, publicitariamente, pois é de uma beleza plástica notável.